Na 5ª feira o dia não podia ter acabado melhor. Apesar de não ter conseguido fotografar os Portishead mas apenas os “A Hawk and a Hacksaw”, consegui pelo menos vê-los. E não podia ter ficado mais feliz, a sério.
A melhor parte do concerto, e na qual houve o expoente máximo de empatia entre o público e Beth Gibbons, foi de certeza durante a “Sour Times” em que Beth apontou para a plateia do Coliseu de Lisboa enquanto cantava “Cos nobody loves me/Its true/Not like you do”.
Indescritivel.
Uma foto da banda de abertura, que conseguiu puxar, e bem, pelo público. A Hawk and a Hacksaw.

Falando de coisas mais recentes: ontem, ao fim da tarde, foi altura para o regresso a Lisboa da visita de 3 dias à cidade do Porto. Só não gostei da parte de pagar mais 7€ para viajar em 1ª Classe porque a Turística já estava esgotada.
Estou preparado para me mudar para o Porto. Na minha modesta opinião, o Porto mete Lisboa a um canto.
No Porto as pessoas são (mais, digamos) simpáticas; não há tanta confusão; há espaços verdes merecedores desse nome; come-se melhor; há o Bolhão; as ruas e avenidas são mais largas; tudo é mais limpo; há a Ribeira; há a Foz; há meninas bonitas; há gente simpática (é importante referir este ponto). Concluindo, qualquer pessoa com dois dedos de testa prefere viver no Porto do que em Lisboa.
Just my two cents.
Algumas fotos escolhidas à pressa, de entre 9GB, destes 3 dias na Invicta.

(Serralves)

(Estação de Metro da Trindade)

(Quarto na Pousada da Juventude do Porto)

(Mercado do Bolhão)

(Pombos no centro do Porto)

(Uma espécie de fonte a caminho da Ribeira)

(No comboio para Lisboa)
Preparar para voltar ao trabalho.




